O 1º de Maio, Dia Internacional da Classe Trabalhadora, reafirma a importância da mobilização em defesa dos direitos sociais, da dignidade no trabalho e da construção de um país mais justo para a maioria da população trabalhadora.
Um dia de luta que nos remete às batalhas da classe trabalhadora mundial contra a exploração do trabalho pelo capital ao longo da história. A data homenageia os trabalhadores presos e condenados à morte após participarem de uma manifestação em defesa da jornada de oito horas, no primeiro dia de maio de 1886, nos Estados Unidos.
Este 1º de Maio de 2026 será um momento de união em torno de reivindicações urgentes para a população brasileira: o fim da escala 6×1; a defesa de condições dignas de trabalho; a redução da jornada sem redução salarial; aumento real dos salários e valorização das aposentadorias; combate à alta dos alimentos e medidas concretas contra o endividamento das famílias; defesa do emprego e dos direitos sociais; combate ao feminicídio, racismo e a toda forma de violência contra as mulheres e os LGBTs; além da defesa da paz e da soberania dos povos.
Neste 1º de Maio, os TAEs da UFSC e de outras 53 instituições federais encontram-se em greve pelo cumprimento integral do Termo de Acordo de Greve n°11/2024, firmado com o Governo após uma greve de mais de cem dias, entre março e junho de 2024.
Lutamos pelas 30 horas semanais sem redução salarial; a democratização nas IFE com a instituição de paridade nos órgãos colegiados; por um RSC amplo e irrestrito, incluindo aposentados e pensionistas; pelo reposicionamento e aceleração da progressão por capacitação para aposentados e pensionistas. Entre outros pontos que seguem pendentes.
Mais do que nunca, defendemos a unidade e a organização dos trabalhadores e trabalhadoras, o respeito ao direito de greve e a defesa do serviço público.