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Aposentados em luta por reposicionamento – Por Elaine Tavares

Está em andamento no âmbito das universidades federais a discussão e a luta sobre o reposicionamento dos aposentados na tabela salarial proposta em 2004 pelo governo de Luis Inácio. Ocorre que naqueles dias, quando a nova tabela entrou em vigor, todos os trabalhadores tiveram de ser re-enquadrados. Uma boa parte deles, incluindo aí a maioria dos aposentados, já tinha chegado ao topo da tabela anterior. Ao serem reposicionados na nova tabela os trabalhadores da ativa que estavam lá no final vieram para o meio, com toda a sorte de problemas que a maioria já conhece, como o VBC, por exemplo. Mas, apesar disso, eles, por estarem ainda na ativa, tinham e têm a possibilidade de continuar subindo e melhorando sua situação salarial. Já os aposentados não têm esse direito.

Ao serem enquadrados na nova tabela, os aposentados que já tinham cumprido toda a tabela antiga também foram para o meio da nova, mas sem a condição de subir, uma vez que não estavam mais na ativa. Além disso, na nova proposta de tabela havia toda uma promoção por qualificação, a qual muitos aposentados não tiveram acesso por conta de que a nova lei trazia uma série de regras sobre certificados e carga-horária que antes não havia. Assim, muitos dos cursos e certificados apresentados pelos aposentados não serviram de nada, uma vez que na maioria das IFES a lei foi aplicada sem revisão crítica.

Para muitos dos componentes do GT Carreira da Fasubra, esta é uma situação que não pode ser aceita sem luta. “Muitos aposentados foram prejudicados”, diz Vânia Helena Gonçalves. E é por isso que agora está se travando esta luta pelo reposicionamento dos aposentados. A proposta é de que seja feita uma equivalência do nível que o aposentado estava na tabela antiga para a tabela nova. Por exemplo. Se a pessoa se aposentou tendo cumprido toda a tabela, deve ir para o final desta tabela nova. Se a aposentadoria se deu e ainda havia dois ou três níveis a cumprir, são dois ou três níveis abaixo que o aposentado deve estar. Só assim, estaria sendo feita a justiça com os companheiros e companheiras que já deram sua vida pela instituição.

Mas, esta luta não é uma unanimidade na Fasubra, portanto, sem a organização de todos os aposentados assim como os da ativa, ela não avança. Agora é acompanhar os passos desta batalha e se preparar para grandes embates.

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