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A construção coletiva de outro rumo para a UFSC

A UFSC – graças à dedicação de docentes, técnicos-administrativos e estudantes – é reconhecida nacional e internacionalmente. Cabe admitir, no entanto, que nossa instituição ainda enfrenta um conjunto relevante de fragilidades: a desigualdade na distribuição de recursos, a falta de transparência administrativa, a desvalorização da graduação e da extensão, a precariedade da segurança no campus, entre outras. O período sucessório é uma oportunidade para discussão dessas fragilidades e a busca de novos rumos. O compromisso da chapa Irineu/Righi é colocar em prática os princípios constitucionais da administração pública – Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência –, além de atuar firmemente na ANDIFES a fim de que a autonomia universitária seja plenamente garantida. Nossa disposição, de resto, é fazer a gestão mais democrática da história da UFSC. Para tanto, a proposta que defendemos está fundamentada em quatro dimensões:

DIMENSÃO ACADÊMICA
• Primar pela excelência acadêmica, revigorando a graduação, rediscutindo o sistema de acesso, regulamentando a EaD, cobrando do governo federal o estabelecido no Programa REUNI, especialmente a contratação dos servidores docentes e técnico-administrativos necessários para a implantação dos Campi/Cursos criados, e apoiando os projetos compromissados com a solução dos problemas locais e nacionais.
• Transformar a COPERVE em unidade de estudo e pesquisa de temas ligados às políticas de acesso ao ensino superior.
• Fortalecer a função universitária na Educação Básica.

DIMENSÃO POLÍTICA E SOCIAL

• Construir junto a ANDIFES uma política de carreira para os servidores docentes e técnico-administrativos das IFES, que atenda as especificidades dessas instituições acadêmicas.
• Construir uma política estudantil com a participação efetiva dos discentes: bolsa permanência – um salário mínimo; RU; ampliação da moradia estudantil.
• Extinguir as taxas acadêmicas, inclusive as referentes ao Vestibular.
• Manter o HU totalmente público.
• Intensificar o relacionamento com a comunidade por meio de políticas de extensão, arte e cultura.
• Fortalecer a ANDIFES como órgão de interlocução com o governo, principalmente na exigência do cumprimento da autonomia universitária.
•Rediscutir, no CUn, o corte da URP e adotar a decisão desse colegiado, bem como garantir a continuidade do pagamento das Horas Extras Judiciais.

DIMENSÃO HUMANA
• Construir uma política de saúde e assistência social para docentes, técnicos e estudantes.
• Reativar e ampliar o Programa de Educação Permanente e o Programa de Gestão Universitária.
• Assegurar critérios acadêmicos e de competência, equidade e transparência na alocação dos CDs e FGs.
• Instituir a jornada de 6h.

DIMENSÃO ADMINISTRATIVA
•Implantar uma filosofia de gestão que atenda as especificidades da UFSC, inclusive na área jurídica, apoiada na profissionalização dos quadros e em práticas participativas.
•Aperfeiçoar a política de segurança da UFSC, o que inclui ações sociais no campus e no entorno da universidade; construir na ANDIFES anteprojeto de lei reativando os cargos extintos ligados à segurança e aos demais setores das IFES.

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