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Angela Olinda Dalri: três décadas de dedicação à UFSC e à luta coletiva dos TAEs

Nascida em 11 de agosto de 1958, Angela Olinda Dalri faz parte da história de nossa universidade. Ingressou na instituição em 8 de março de 1979, tendo dedicado três décadas de serviço público à UFSC, até sua aposentadoria em 18 de agosto de 2009. Ao longo de sua trajetória, desempenhou suas funções com dedicação e excelência em diferentes unidades da Universidade: no Gabinete do Reitor; no Centro de Ciências Biológicas (CCB), atuando na Secretaria do Centro e no Departamento de Farmacologia; no Centro Sócio Econômico (CSE), colaborando nos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Administração, e; no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), no curso de Cinema. 

Ingressou como Agente Administrativa, posteriormente reenquadrada como Assistente em Administração, e graduou-se em Licenciatura em Geografia pela UFSC em 1990, sempre conciliando o aprimoramento acadêmico com o compromisso institucional.

Angela foi uma das protagonistas do processo de criação do SINTUFSC, desempenhando papel fundamental na organização da categoria e na consolidação de um espaço coletivo de defesa dos direitos dos(as) trabalhadores(as) técnico-administrativos em educação. Participou de diversas gestões do sindicato: 1997-1999, 1999-2001 e 2001-2003. Foi coordenadora geral do sindicato, se destacando já nos primeiros anos de trabalho pela capacidade de articulação, pelo senso de responsabilidade e pela dedicação incansável às greves e lutas em defesa da universidade pública.

Nas palavras da jornalista e companheira de trajetória Elaine Tavares: “era ela quem constituía as equipes de trabalho circulando dia e noite pela universidade para garantir as mobilizações. Era conhecida como ‘formiguinha’ por estar sempre incansavelmente envolvida em alguma tarefa. Nas greves era a primeira a chegar e a última a sair, sempre se destacando pela criatividade na construção das ações sindicais”.

Mesmo após a aposentadoria, manteve-se ativa em causas sociais, especialmente no acolhimento solidário de estudantes e trabalhadores imigrantes, oferecendo-lhes moradia e alimentação, em gesto amplamente reconhecido pela comunidade local. Sua trajetória é símbolo de um compromisso ético e humano com a universidade, com a educação pública e com os trabalhadores.

Com seu trabalho diligente, contribuiu de forma imensurável à edificação da universidade e às lutas em defesa de seu caráter público. Ainda segundo Elaine Tavares: “acolher é o verbo que a identifica. […] Suas pegadas estão cravadas nos caminhos da universidade, em cada salinha, em cada jardim.”

Por sua trajetória profissional, acadêmica e sindical, Angela Olinda Darli recebeu, em 18 de novembro de 2025, o título de Técnica-Administrativa Emérita, em sessão do Conselho Universitário. Por meio dessa homenagem, reconhece-se não apenas uma servidora, mas toda uma categoria que contribuiu de forma decisiva para a história e a identidade da UFSC.

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