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Ato de luta pelas seis horas marcado para 16 de setembro, na reitoria

“Seis horas para fazer bem” é o mote do ato que os trabalhadores da UFSC realizam na quarta-feira, dia 16 de setembro, às 9 horas, na reitoria. O ato foi aprovado na Assembléia Geral Extraordinária do dia 9 de setembro, a partir de uma proposta construída pelo GT-6h, que foi criado pela categoria em julho. O grupo de trabalho tem o papel de organizar a luta pela oficialização da jornada de 30 horas em toda a UFSC. Já está realizando reuniões itinerantes nos setores para mobilizar a base e propor um calendário intensivo de ações.

Caminhada pelo campus para vestir a camiseta
A luta para garantir o trabalho na universidade em turnos contínuos de seis horas está estampada em camisetas que estão sendo distribuídas gratuitamente aos trabalhadores no setor de atendimento do Sintufsc. Na segunda-feira, dia 14 de setembro, às 9 horas, o GT-6h se reúne na entrada da reitoria, de onde parte uma caminhada pelo campus para convidar a comunidade da UFSC a vestir a camiseta da luta e participar do ato de quarta-feira. A expectativa do grupo é de que mais gente participe da caminhada, durante a qual vão ser distribuídos cartazes, camisetas e panfletos chamando para a manifestação.

Exemplo de luta unificada no RU
Os trabalhadores do Restaurante Universitário – os do quadro e os terceirizados – estão dando, mais uma vez, o bom exemplo da luta unificada. Decidiram trabalhar, pelo menos uma vez por semana, vestindo a camiseta. A idéia partiu deles, com o propósito de visualizar a campanha e dialogar com a comunidade da UFSC que se alimenta no RU.
Eles vão explicar que trabalhar seis horas, em turnos contínuos de seis, garante mais tempo as portas da UFSC abertas para a comunidade. A jornada de 30 horas também assegura igualdade entre os trabalhadores, faz bem à saúde e harmoniza as relações com a população que mantém a instituição pública.

A lei garante

A campanha pelas seis horas acontece desde 2003, quando foi publicado o decreto 4836, que garante a jornada de 30h, mas foi intensificada a partir de 2007, após decisão tomada em uma AG, realizada no Hospital Universitário (HU). Ao longo desses últimos dois anos muitas ações foram organizadas pelo Sintufsc para ampliar a mobilização: atos no gabinete do reitor, debates, reuniões da diretoria com a reitoria, audiência pública com o reitor, campanhas de comunicação com faixas, cartazes, panfletos e camisetas. Diversas reportagens foram publicadas no jornal Circulação e na página do Sintufsc para mostrar porque as seis horas estão dando certo em outras instituições, como as escolas técnicas federais de Pelotas e de Florianópolis.

Confira o cartaz da campanha e divulgue a lei que assegura a jornada de 30h. Pegue o cartaz no Sintufsc e o cole em local bem visível no seu setor de trabalho

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