Servidores técnico-administrativos da UFSC participaram do Ato Nacional de Paralisação na manhã desta quarta-feira, 30/6, realizado pelo Sintufsc e que aconteceu em IFEs de todo país.
Mesmo com a greve dos trabalhadores do transporte coletivo, que complicou o deslocamento na cidade, os trabalhadores fecharam os setores o compareceram ao ato.
O advogado do sindicato Guilherme Querne, participou prestando esclarecimentos sobre a MP 568/2012, que influencia nos adicionais de insalubridade e periculosidade. “Agora, os servidores expostos aos agentes nocivos, que antes da MP recebiam adicionais de insalubridade e periculosidade em percentuais calculados sob o Vencimento Básico, passam a receber um valor tabelado”, explicou.
Em seguida Celso Ramos Martins, da coordenação geral, falou sobre o descaso do governo federal para com os trabalhadores das universidades. “Já foram mais de 50 reuniões e o Ministério do Planejamento não deu uma resposta para a categoria”, citou Celso.
Teresinha Ceccato, também da coordenação geral, informou da visita aos campus de Araranguá, Curitibanos e Joinville. “Os trabalhadores dos outros campus da UFSC estão se sentindo prejudicados com a nova administração da universidade. O descontentamento é grande”, informou Teresinha.
Esteve presente no ato um representante da Andes que falou da greve dos professos das universidades federais e chamou para a unidade do movimento grevista no poder executivo.Também participou do ato a companheira Gigi, do IFET-MG, que passou informes da categoria na sua base.
O clima de mobilização da categoria está forte. O governo não está atendendo a pauta e também retira direitos dos trabalhadores. Nesta sexta-feira, dia 1/6, será realizada assembleia geral, as 9 horas em frente a reitoria, e um dos pontos de pauta é o indicativo de greve proposto pela Fasubra para o dia 11 de junho. Participe.





