A coordenação do SINTUFSC está convocando a categoria para discutir na próxima quinta-feira (26) em Assembleia Geral a participação dos trabalhadores locais na Jornada Nacional de Lutas, com indicativo de paralisação nos dias 7, 8 e 9 de abril. A atividade ocorre em todo o País como parte da Campanha Salarial 2015. A Assembleia acontece no Hall da Reitoria à partir das 9 horas da manhã.
A deliberação do indicativo de uma greve nacional da categoria está prevista para a primeira semana de maio, durante o congresso nacional da Fasubra, que acontece em Minas Gerais. A Federação, que reúne a maioria dos sindicatos de trabalhadores das universidades públicas do País, conduz as negociações da categoria com as autoridades do Governo Federal.
“A participação de todos é muito importante, pois vivemos um momento crítico, com retrocessos em conquistas históricas dos trabalhadores. Somente a unidade da categoria vai garantir algum avanço esse ano. Sem luta vamos ficar de mãos abanando, pois não existe reajuste previsto para 2016 e a negociação em Brasília nem começou”, alerta o coordenador geral do SINTUFSC, Celso Ramos Martins.
Os eixos da campanha salarial 2015 dos TAE’s:
- Definição da data-base (1º de maio);
- Índice de 27,3% no piso da tabela, considerando as perdas inflacionárias;
- Aprimoramento da carreira;
- Piso STEP (com base no acúmulo histórico da categoria);
- Ascensão funcional;
- Cumprimento integral do acordo da greve de 2012;
- Reconhecimento dos cursos de mestrado e doutorado feitos fora do País;
- Aproveitamento das disciplinas da pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado) para pleitear progressão por capacitação;
- Turnos contínuos, com jornada de trabalho de 30 horas (para todos), sem redução de salário, para manter a universidade aberta em três turnos;
- Pela aprovação da PEC 555 que extingue a cobrança previdenciária dos aposentados;
- Revogação da Lei EBSERH;
- Concurso Público pelo RJU
- Não à perseguição e criminalização da luta;
- Liberação de dirigentes sindicais para o exercício de mandato classista;
- Retirada dos PL’s, MP’s e decretos contrários aos interesses do serviço público;
- Contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores;
- Isonomia e valorização dos benefícios entre os trabalhadores dos três poderes;
- Política salarial permanente com reposição das perdas inflacionárias;
- Pela revogação imediata das orientações normativas que mudaram os critérios para concessão de insalubridade e periculosidade.




