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Convite urgente: participe nesta terça, 6 de outubro, da reunião do GT-6h

O GT -6h se reúne novamente nesta terça-feira, dia 6 d outubro, às 9 h, no Auditório José de Assis Filho, do Sintufsc. O grupo de trabalho que visa intensificar a luta pela jornada de 30 horas na UFSC, em turnos continuados de 6h, já se reúne toda semana, mas a proposta é de ampliar a presença de representantes da base a cada encontro que realiza.

Nesta terça, além de ouvir novos participantes e incluir propostas, a idéia é de debater aquelas que já estão sendo pensadas, assim como o modo de colocá-las em prática dentro de um calendário bem organizado. O propósito do grupo é de despertar o desejo de lutar pela ampliação do horário de atendimento em toda a UFSC, como é dever de uma instituição mantida pela sociedade.

Reuniões nos centros com direções e chefias

Uma das decisões dos participantes do GT 6h é de trabalhar pela organização de um calendário de reuniões ampliadas nos centros de ensino e setores administrativos, com a presença dos trabalhadores, das direções e das chefias. A proposta é de que, depois que forem atingidos todos os setores com tais reuniões, se realize uma nova audiência pública com o reitor da UFSC.

Teatro das 6h com “Banda Parei”

Para mobilizar os trabalhadores e trabalhadoras da base, a proposta do GT é de criar um “Teatro das 6h”, com a participação da “Banda Parei”, criada na greve de 2001, e que já representou na UFSC e na cidade um espaço de unificação durante paralisações, mobilizações, atos e passeatas. A idéia, portanto, é de construir um cenário artístico-político de união, que convide as pessoas a atuarem com alegria, e de verdade, nessa luta.

Experiências que dão certo

Outra proposta que foi aprovada pelo GT é de continuar trazendo para a UFSC a experiência de outras instituições que oficializaram o turno de 6 horas corridas. O Sintufsc trouxe este ano, durante a audiência pública com o reitor, a história do Cefet de Pelotas (que agora faz parte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense), e que já cumpre 6h oficialmente desde 2003. Apresentou também, em 2008, durante debate no auditório da reitoria, a experiência da Universidade Federal de Pelotas. Ambas as situações foram divulgadas em reportagens no jornal Circulação e na página do sindicato na internet.

Agora se pretende trazer para o debate representantes da antiga Escola Técnica Federal (agora parte do Instituto Federal de Santa Catarina) e também da Defensoria Pública da União, que desde junho de 2009 cumpre oficialmente a jornada de 30 horas, em turnos de 6h. Outra vivência a ser contada é a do Sindprevs/SC, que acaba de garantir, na justiça, a recuperação da jornada de 30 horas, o que inclusive foi motivo de greve nacional dos trabalhadores do INSS este ano de 2009.

Unificar pela jornada de 30h

Outra proposta que está sendo colocada em prática é a de buscar atuar de forma unificada com outras entidades de base, no sentido de fazer essa luta ganhar abrangência nacional. O Sintufsc levou à última plenária da Fasubra a proposta de que a federação se empenhe em criar um GT 6h nacional e também incentive a criação de GTs 6h locais, a exemplo do grupo de trabalho do nosso sindicato.

Também foi decidido, e encaminhado pelo GT 6h e coordenação do Sintufsc, um pedido, a todas as entidades de base da Fasubra, para que informem sobre a jornada de trabalho nas suas universidades. O propósito é de se ter um mapa de como as instituições, mesmo informalmente, já cumprem jornada de 30 horas, de modo a estabelecer um cenário favorável à intensificação desta luta.

Vestir a camiseta da luta

Está sendo renovado ainda o apelo para que os trabalhadores usem, no seu cotidiano, a camiseta da campanha “6h para fazer bem”. Outra orientação é para que exponham, em local visível nos setores, o cartaz com o decreto 4836/2003, que garante as 6h em turnos contínuos. Para quem ainda não pegou, tanto as camisetas como os cartazes podem ser retirados na sede do Sintufsc.

A expectativa é de que os trabalhadores se conscientizem de que é preciso se unificar para buscar a oficialização do que já existe na prática e que está assegurado no decreto 4836. Como diz o lema do cartaz do Sintufsc: ”A luta faz a lei, e a lei também está do nosso lado”.

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