Coordenadores do sindicato e o reitor Álvaro Prata se reuniram na tarde do dia 13 de julho, na sede do Sintufsc, para uma reunião onde foram ouvidas as posições da administração da universidade sobre assuntos polêmicos e também explicações sobre os vários ofícios não respondidos enviados à reitoria pelo sindicato.
Em quatro horas de reunião foram abordados temas que estão fazendo parte dos debates locais e nacionais em defesa dos trabalhadores técnico-administrativos das universidades federais como jornada de trabalho de seis horas, implantação do ponto eletrônico, dimensionamento, enquadramento, racionalização, capacitação, desconto em folha do seguro de vida, PCCTAE entre outros.
Participaram da reunião os coordenadores gerais e demais coordenadores do Sintufsc e, por parte da administração da universidade, o Reitor Álvaro Prata e o Pró-Reitor do PRDHS, Luiz Henrique Vieira Silva.
Confira o resumo das posições da reitoria sobre os assuntos:
Jornada de seis horas: A instituição não está preparada para a jornada de seis horas e não temos como viabilizar legalmente a jornada.
Ponto eletrônico: A Controladoria Geral da União auditou da necessidade do ponto eletrônico que está em fase de testes no NPD devendo ser instalado até setembro. É um pedido dos diretores de centro e um instrumento para facilitar a gestão.
Seguro de vida descontado em folha: não temos controle dos contratos que o trabalhador faz no comércio.
Capacitação: o curso tem que ser finalizado para ser validado e esse processo leva muito tempo. É um problema institucional. O curso tem que ter correlação com cargo e função.
Mandado de Injunção: vamos fazer uma ratificação de ações entre o sindicato e a administração da UFSC.
Aglutinação de cargos (auxiliares de enfermagem): é uma bandeira que podemos perseguir.
CIS: a administração vai agilizar a parte da estrutura física.
A coordenação do Sintufsc reafirmou na reunião sua posição em defesa da jornada de seis horas, contra o ponto eletrônico e também solicitou da administração posicionamento claro a respeito da sua implantação, funcionamento e os trabalhadores que estarão sujeitos ao procedimento de controle de assiduidade.
