Não foi dessa vez que os aposentados da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) poderão participar do processo de escolha dos dirigentes máximos da instituição. Pelo menos esse foi o resultado da sessão do Conselho Universitário (Cun) realizada na terça-feira (17), quando foram definidas as regras da eleição para reitor e vice-reitor, prevista para o segundo semestre. Foi aprovado o voto paritário, defendido pela categoria dos TAE’s, mas acabou deixada de lado a participação dos aposentados no processo.
O SINTUFSC promoveu pela segunda vez uma vigília no hall da Reitoria, com um telão para acompanhar a sessão que ocorria na Sala dos Conselhos. A vigília foi deliberada em assembleia geral realizada em fevereiro, pois a preocupação dos trabalhadores e da coordenação do sindicato era no sentido de que os seis representantes dos TAE´s no Conselho apoiassem a tese do voto paritário, conforme orientação discutida e aprovada pela categoria no último Consintufsc, realizado em dezembro passado. Além disso, que defendessem o direito dos aposentados ao voto para reitor.
“Infelizmente, depois de muitas promessas da reitora da UFSC, de que iria colocar na pauta do CUn a possibilidade de voto dos aposentados no processo, lamentavelmente isso não ocorreu. E ainda para agravar a situação, os representantes dos TAE’s no Conselho se omitiram e não reivindicaram a inclusão do assunto na pauta dos debates”, observa Celso Ramos Martins, da coordenação geral do sindicato.
Os conselheiros deliberaram que a consulta à comunidade universitária vai acontecer esse ano, com datas sugeridas de 21 de outubro, e um eventual segundo turno no dia 11 de novembro.
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