Os TAEs em Assembleia Extraordinária no dia 4 de novembro deliberaram os seguintes encaminhamentos:
Título TAE Emérito
Aprovada, por unanimidade, a indicação ao Conselho Universitário dos seguintes servidores para concorrerem ao título de TAE Emérito: Helena Olinda Dalri, Ângela Olinda Dalri, Raquel Jorge Moyses e José de Assis Filho.
Helena Olinda Dalri: Nascida em 02 de agosto de 1962, Helena entrou em exercício na Universidade Federal de Santa Catarina em março de 1981. Foi assistente administrativa e trabalhou no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ). Aposentou-se após 33 anos de dedicação à universidade em dezembro de 2014. Ao longo dos 30 anos no CCJ, Helena se dedicou a atender estudantes e professores com presteza e dedicação, sendo sempre lembrada pelo cuidado e carinho com o fazer universitário. Helena foi uma importante liderança da nossa categoria. Fez parte do Movimento Alternativo Independente (MAI), que lutou pela criação do Sintufsc e pela sua participação nas lutas em defesa da universidade e por valorização do trabalho dos técnicos. Em 1991, fez parte da direção da ASUFSC, conduzindo o processo junto aos demais companheiros do MAI para a criação do sindicato. Após isso, fez parte da direção do SINTUFSC entre 1997-1999 e 1999-2001.
Angela Olinda Dalri: Nascida em 11 de agosto de 1958, Angela fez, junto com sua irmã Helena, história em nossa universidade. Ingressou na UFSC em março de 1979, dedicou-se à UFSC por 30 anos. Angela se aposentou em 2009, tendo trabalhado no Centro de Comunicação e Expressão. Junto ao Movimento Alternativo Independente fez parte do grupo que lutou pela criação de nosso sindicato. Foi parte da direção do Sintufsc nas gestões 1997-1999, 1999-2001 e 2001-2003. Sempre dedicada à luta dos trabalhadores, Angela visitava os setores para escutar os trabalhadores e mobilizá-los! Sua dedicação à causa dos povos não se encerrou com sua aposentadoria. Angela continuou o trabalho solidário e ativo com acolhimento a imigrantes em Florianópolis.
Raquel Jorge Moyses: Nascida em 20 de maio de 1958, Raquel Moysés foi uma importante dirigente sindical e uma trabalhadora que ajudou a construir e defender a UFSC. Ingressou na UFSC em janeiro de 1981, Raquel dedicou 33 anos de trabalho à instituição tendo se aposentado em maio de 2014. Jornalista teve papel importante na Agência de Comunicação da universidade. Em 2004 participou do projeto Observatório Latino-Americano e em 2006 da criação do Instituto de Estudos Latino Americanos. Em 2006 fez parte da revista Pobres e Nojentas. Raquel participou da direção do Sintufsc nas gestões 2001-2003, 2003-2005, 2005-2006 e 2007-2009. No Sintufsc foi incansável na luta em defesa da universidade pública.
José de Assis Filho (in memoriam): Nascido em 12 de outubro de 1954, José de Assis Filho ingressou na UFSC em junho de 1985. Lotado no Departamento de Administração Escolar, amava a UFSC. Assis, como era chamado, teve sua perda sentida por toda a UFSC e pelo país no movimento sindical. Falecido em 2008, Assis, foi um imprescindível. Fez parte da direção do Sintufsc nas gestões 1999-2001, 2001-2003, 2003-2005, 2005-2006, 2007-2009. Assis foi um gigante na luta em defesa da universidade pública, organizando a categoria e sempre ao lado dos estudantes. Com sua pasta marrom e sua grande capacidade de análise, Assis, estava em todas as lutas.
Proposta de Acordo do MGI
Rejeitado, por ampla maioria, o acordo proposto pelo governo federal, conforme orientação da FASUBRA, por ser considerado insuficiente diante da reivindicação de equiparação dos benefícios da categoria com os demais poderes da União. O aceite da proposta, além disso, impediria a negociação de novos valores até o ano de 2027.
A assembleia reforça a posição de que a Federação deve manter a defesa para que os(as) Técnico-Administrativos(as) em Educação sejam contemplados(as) conforme os parâmetros discutidos na Mesa Nacional de Negociação Permanente.
A proposta do governo previa reajuste de 17,5% no auxílio-alimentação a partir de dezembro de 2025, chegando a R$ 1.175,00. Em abril de 2026, após aprovação da LOA, o valor passaria para R$ 1.200,00, com complementação pelo IPCA de 2026.
Quanto aos auxílios-creche e ao ressarcimento à saúde, o reajuste seria aplicado apenas em abril de 2026, também após a aprovação da LOA, com correção pelo IPCA de 2026.
Indicativo de Greve
Rejeitado, por unanimidade, o indicativo de greve. Entretanto, em resposta à FASUBRA, a assembleia deliberou que não é possível deflagrar uma greve isolada da categoria TAE neste momento. Ressalta-se, contudo, a necessidade de mobilização e construção de uma greve unificada dos servidores públicos federais, com o objetivo de derrotar a Reforma Administrativa. Foi solicitado à FASUBRA que estabeleça um cronograma nacional de mobilização.
Delegadas da Plenária da FASUBRA
Eleitas, por unanimidade, as servidoras Priscila Pimentel Vieira e Gabriela Furtado Carvalho como delegadas para a Plenária Nacional da FASUBRA, a ser realizada nos dias 15 e 16 de novembro.




