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Fasubra chama greve para cumprimento do acordo

Direção Nacional para Entidades de bases da FASUBRA Sindical

A FASUBRA Sindical sempre se posicionou firmemente contrária a qualquer mudança no Termo de Compromisso assinado pelo Governo e Federação ao término da greve de 2007. Em outras ocasiões, já nos manifestamos também publicamente que, caso houvesse mudança, ela só seria aceita se fosse para o pagamento imediato das parcelas do acordo a vencer. Diante do quadro salarial que se encontram os (as) trabalhadores (as) Técnico-Administrativos em Educação da IFES, que, mesmo com a evolução da Tabelas de 2005 com a implantação da Carreira e Acordo de Greve 2007, ainda detêm os vergonhosos piores Piso e Tetos salariais de todo o funcionalismo Publico Federal. Estes valores salariais contradizem com a posição de Governo, de que é prioridade o investimento na Educação. Este investimento passa por políticas perenes que possibilitem uma melhoria nos salários e capacitação dos(as) trabalhadores(as) e democratização do acesso para todos níveis e modalidades da educação, para superar o vexame, que representa estes valores salariais, para a educação superior em nosso pais. Após a divulgação sistemática de noticias pela imprensa em geral, em que o governo informa da possibilidade de não cumprimento dos acordos firmados com o movimento sindical, inclusive o nosso, que pôs fim à Greve em 2007, e embora não tenha sido dito, ainda, quais entidade terão os acordo rompidos, o que esperamos não ocorra, as informações veiculadas pela imprensa vem trazendo incômodo e insegurança a todas as categorias do funcionalismo público, em especial a nossa base que durante anos foi, e ainda é, o pior Piso e Teto salarial do Serviço Público Federal. No intuito de demonstrar a coerência na ação política da FASUBRA, ao longo dos anos de sua militância, a Direção Nacional da FASUBRA, dando seqüência de reiteradas resoluções de Plenária, envia, mais uma vez ao Governo uma resposta imediata às ameaças de descumprimento do acordo veiculadas pela mídia, para que ele não duvide da nossa capacidade de mobilização e unidade na ação. Diante do exposto, solicitamos as entidades da nossa base que deliberem no seu conjunto sobre as seguintes propostas:

As estratégias de ação, caso se concretize o não cumprimento do acordo de greve:

– Indicativo de Greve para deliberação na plenária dos dias 11 e 12 de Julho, como forma de pressão para o cumprimento do acordo de greve nos termos assinados pelo Governo e FASUBRA;

– Data do inicio da Greve, caso o acordo não seja cumprido;

– Sugestões e propostas de como a nossa greve, nesta eventualidade, deverão ser construídas, se isoladamente ou com outros setores do Serviço Publico;

– Em caso de confirmação da Greve, quais serão os seus eixos;

– Cobrança aos parlamentares de apoio ao nosso Acordo;

– Cobrança formal aos Parlamentares de que os mesmos exijam do Governo o cumprimento do acordo firmado com a FASUBRA e o com o movimento sindical

– Solicitação aos Parlamentares, em cada estado, que eles assumam posição formal contra o PLP 92/07 e por mais verbas para as IFES;Debater com a categoria o plano de lutas indicado nos Grupos de Trabalhos do XX CONFASUBRA, que será, em breve, disponibilizado para a base, pois o mesmo será encaminhado para discussão e aprovação na Plenária dos dias 11 e 12 de julho.

– Orientação às nossas filiadas que externem apoio efetivo à greve do INSS, com divulgação, apoio aos piquetes, realização de atos conjuntos etc.

A Direção Nacional continua dando os encaminhamentos necessários para que o Termo de Compromisso da Greve de 2007 seja cumprido em sua íntegra, e em desdobramento da Plenária de Dezembro, orienta suas entidades de base que construam a mobilização, que pressionem os Reitores e cada Instituição, para que os mesmos façam cobrança via ANDIFES ao MEC e a MP, que procurem os parlamentares em cada estado, solicitando, mais uma vez, o apoio a nossa Luta. Diante destes encaminhamentos a direção acredita que estará instrumentalizando a categoria para enfrentamentos do cotidiano, diante da crise do sistema capitalista que insiste em punir e criminalizar os movimentos sociais e, em especial, o movimento sindical dos Servidores Públicos. “A Unidade dos Trabalhadores das IES se constrói com ações concretas de sua direção e em cumprimento as resolução do conjunto da categoria”.

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