Na manhã do dia 8 de julho, o Sintufsc participou do dia nacional de mobilização em defesa das universidades brasileiras, chamado pela Fasubra, em função da reunião com o Ministério da Educação (MEC).
A reunião não aconteceu, foi transferida para o dia 22 de julho. Mas o ato, que aconteceu em frente a reitoria da UFSC, reuniu servidores em defesa da jornada de seis horas, contra o ponto eletrônico e em defesa da carreira (enquadramento e reposicionamento) e abertura imediata de concursos públicos.
“Sabemos que a Fasubra está alinhada ao governo federal e não está defendendo os interesses da categoria. Temos que fazer nossas lutas aqui na base, defender nossas bandeiras aqui na UFSC”, disse Celso Ramos Martins, um dos coordenadores gerais do Sintufsc.
Teresinha Ceccato, também integrante da coordenação geral do sindicato, falou a respeito da carreira dos servidores técnico administrativos. “Existem vários erros de enquadramento e de reposicionamento dos servidores da ativa e aposentados. A UFSC está fazendo um procedimento diferente de todas as outras universidades quanto à qualificação e capacitação, prejudicando os servidores”, explica.
A implantação do ponto eletrônico foi um dos pontos abordados. “A implantação do ponto eletrônico na UFSC é quase uma certeza. Mas ele vai contemplar somente alguns funcionários. Os servidores do alto escalão não baterão o ponto. Os professores também não. Isso nós não devemos permitir”, comentou Celso.
Uma nova mobilização está marcada para o dia 22 de julho, quando a Fasubra se reúne com o MEC para tratar de alguns assuntos de interesse da categoria. “É um dia para chamarmos a categoria para lutar pelos seus interesses. Contamos com a participação de todos”, convida Celso.





