Edwilson Ribeiro, Julho Eduardo e Teresinha Ceccato participaram do V Fórum da CIS, realizado em Belo Horizonte, entre os dias 23 e 27 de novembro, representando a CIS/UFSC.
Segundo relato o encontro teve como principal polêmica discutir o formato e composição da Comissão Nacional de Supervisão. Na visão da maioria dos participantes, haveria uma necessidade do fórum indicar componentes para a CNSC.Houve bastante incerteza, visto que a proposta oscilou entre “substituir” as indicações da FASUBRA por indicações do Forum ou criar uma terceira bancada, com a mudança de estrutura da CNSC, já que não viram no horizonte proposta de espaço cedido pelo governo para essas indicações. No momento dessa discussão estavam presentes Almiran e Vanda dos cinco que foram indicados para representar a federação, os demais indicados permaneceram por muito pouco tempo no encontro e não estiveram presentes no momento do plenário, onde foram apresentadas as propostas. Após intenso debate, a proposta terminou por ser retirada, a favor de uma proposta de eleger a Vanda que estava alí presente como uma referência para os companheiros e companheiras das CIS.
Outra proposta apresentada e aprovada foi a criação de um regimento para as coordenações regionais e nacional, com a indicação provisória de CIS de uma instituição de cada região para comporem as coordenações regionais.
Foi também debatido o encontro marcado pelo MEC, onde a grande polêmica saiu do eixo da programação do evento para o fato do ofício conter a limitação da participação dos representantes das CIS, no momento em que institui uma representação proporcional que vai de um a três, de acordo com o número de componentes de cada CIS. Foi retirada uma proposta a ser enviada para a FASUBRA, de revogação do ofício que foi enviado aos reitores e diretores de IFETs. Houve proposta de boicote o que não foi aprovado, mas foi também aprovada a sugestão de que a FASUBRA chame o conjunto dos participantes do encontro para uma reunião com todos os representantes da bancada sindical, no dia que o antecede, ou seja, no dia 14 de dezembro.
O restante do encontro seguiu a lógica dos demais com uma sequencia de propostas, quase em sua totalidade já encaminhadas. Mesmo assim, pudemos detectar algumas preocupações que temos ainda que discutirmos:
Sobre a questão da capacitação, onde temos a correlação direta e indireta. Houve proposta de acabar com a correlação indireta e por mais que sejam os argumentos sobre a necessidade de manter a correlação indireta, vimos um problema colocado por conta dessa correlação ser de acordo com o ambiente de trabalho. Dessa forma uma pessoa que tem determinado percentual de incentivo à qualificação por estar em um ambiente de trabalho, pode mudar de ambiente levando consigo o percentual que recebia, o que pode coloca-lo em situação diferenciada com os demais que já estavam nesse ambiente.
Há também uma preocupação quanto à última resolução da CNSC, por conta do termo pós médio. Está havendo compreensões diferenciadas, inclusive no sentido de conceder percentual correspondente à especialização para cursos pós médios. É preciso também que seja discutida essa questão, já que pós médio corresponde ao técnico à nível de segundo grau ou ensino médio e especialização vem depois da graduação.
Notamos que há uma grande preocupação em regulamentar no sentido de que a aplicação da carreira seja de forma igual para todas Universidades.





