Audiência Pública com o reitor
Finalmente o reitor Álvaro Prata marcou a Audiência Pública com os trabalhadores técnico-administrativos para tratar da oficialização da jornada de 30 horas na UFSC. Vai ser nesta sexta-feira, 3 de abril, às 9 horas, no Auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos.
Esta é uma luta histórica dos trabalhadores e nossa proposta é de oficializar turnos de seis horas ininterruptas em toda a UFSC, para ampliar o atendimento à comunidade. Há vários meses os trabalhadores estavam solicitando esta audiência e fizeram inclusive vários atos na reitoria para exigir que o reitor marcasse, com urgência, uma data adequada para a Audiência pública.
Agora, estão circulando pelo campus documentos de diferentes chefias e direções, para tratar da questão do horário, e em muitos setores os trabalhadores estão se sentindo ameaçados, pois se está falando inclusive de desconto salarial. O fato é que há historicamente diversos acordos na universidade sobre a carga horária, gerando uma situação de diferenças, que provoca desconforto e divisão entre os trabalhadores.
Por isso, cobramos há vários meses do reitor um debate, em Audiência Pública, para manifestar nossas posições e ouvir o reitor sobre a oficialização das 6 horas em toda a UFSC. Tinha sido proposta uma data em dezembro de 2008, mas pedimos para que fosse marcada agora, em 2009, pois naquela data a universidade já estava esvaziada.
Está na lei
A lei garante a jornada de 30 horas desde que façamos turnos de seis horas, sem interrupção, nos vários setores. A comunidade espera isso de nós: a garantia de uma universidade pública e gratuita mais tempo de portas abertas.
A oficialização da jornada de 6 horas só depende do reitor Álvaro Prata, e nós temos que nos mobilizar nos nossos setores, organizando os turnos de trabalho, para mostrar do que somos capazes pelo bem da universidade pública.
Na Audiência Pública desta sexta, 3 de abril, às 9 horas, no Auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos, já está confirmada a presença do diretor de Recursos Humanos do Cefet de Pelotas, Nilo Moraes de Campos, que vai contar a experiência importante das 6 horas oficializadas naquela instituição gaúcha, desde 2003. Aqui, também, em todos os campi do Instituto Federal de Santa Catarina (o antigo Cefet), a jornada de 30 horas também é uma realidade, conquistada pelos trabalhadores.
A oficialização das seis horas só depende do reitor. Mas sua organização no setor de trabalho é fundamental para isso tudo acontecer.
Venha para a Audiência Pública. Sua presença é imprescindível!
Sintufsc – Sindicato de Luta