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Seminário discute oficialização da jornada de 30 horas na UFSC

Após a entrega do relatório do GT Reorganiza para a administração da UFSC e a sua divulgação para os trabalhadores, o Sintufsc promoveu, dentro da Jornada de Lutas, o Seminário sobre 30 horas, com o objetivo de discutir os apontamentos e organizar as formas de luta para sua real implementação.

O Seminário aconteceu no auditório do sindicato, na tarde desta quinta-feira, dia 29, e reuniu integrantes da coordenação do Sintufsc, ex-integrantes do GT Reorganiza e trabalhadores. Gabriel Martins e Eugênio Gonçalves, servidores técnico-administrativos, falaram sobre o relatório e sobre a jornada de 30 horas na universidade.

Gabriel iniciou fazendo um levantamento dos principais argumentos que viabilizam a oficialização da redução da carga horária de trabalho sem redução de salário. “Uma vez que provamos a legalidade, a questão técnica, a moralidade estamos no momento de fortalecer a luta política para garantirmos as 30 horas”, disse.

Falou também que a reitora Roselane Neckel se posicionou contra esta demanda dos trabalhadores apresentando este mesmos argumentos. “Agora que provamos que todos eles são cumpridos é a hora de nos unirmos para conquistarmos esse direito”, explicou.
Eugênio falou da sua experiência com a luta pela implementação da jornada de 30 horas. Citou outras tentativas de formação de comissões para estudar a redução da jornada de trabalho. “A administração não quer tomar essa decisão por que, para eles, é uma decisão polêmica”, disse. Criticou o objetivo do relatório do GT Reorganiza. “É uma plataforma muito grande, muito ampla, vai além da necessidade de aplicar as 30 horas”, disse.

Abordou também outros pontos do relatório como relações de trabalho, aposentadorias, formas de contratação, “Os servidores estão entrando nos seus locais de trabalho e não estão tendo nenhuma informação sobre os seus processos de trabalho e os gestores não dão a devida orientação”, aponta.

A avaliação da coordenação do Sintufsc foi positiva. Celso Ramos Martins disse que essa é uma luta antiga da categoria e que o sindicato está promovendo a articulação política para pressionar as instâncias deliberativas da universidade para conquistarmos esse direito. “Vamos fazer o planejamento de atividades para fortalecer a luta pela oficialização da jornada de 30 horas”, disse convocando os trabalhadores.

Paulo Botelho, que também fez uso da palavra à mesa, avaliou que estamos no momento oportuno para que a pressão surta resultados positivos para os trabalhadores. “Nós só vamos conquistarmos esse direito com todos juntos”.

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