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Curso: Como funciona a sociedade

Por que a sociedade em que vivemos produz riqueza como nunca, ao mesmo tempo em que aprofunda a miséria de bilhões de seres humanos e a destruição catastrófica do meio ambiente? Qual é a origem da imensa desigualdade social que corrói a humanidade? Por que se dão crises econômicas repentinas e terríveis como a atual em que o mundo está afundado?

Participe do curso “COMO FUNCIONA A SOCIEDADE”. Dias 1 e 2 de setembro / 2009. Das 9 às 18 horas. Auditório José de Assis Filho, sede do SINTUFSC.
Com Dalton Luiz de Menezes Reis
Mestre em Educação pela UFSC – Educação e Trabalho
Professor de Sociologia do Departamento de Metodologia de Ensino / UFSC
Educador Popular formado pelo Núcleo de Educação Popular – 13 de Maio – SP (NEP-13 de maio)
Vagas limitadas. Inscreva-se já no SINTUFSC!

A nossa sociedade é profundamente dividida. De um lado os capitalistas, classe proprietária das grandes indústrias, supermercados, latifúndios e bancos. De outro a classe trabalhadora, que não possui nada disso, e é obrigada a vender a sua força de trabalho aos capitalistas para sobreviver. Os trabalhadores são explorados, vivendo uma vida de privações e luta diária por sobrevivência. Os capitalistas, por sua vez, não trabalham e ficam cada dia mais milionários, só às custas do trabalho dos outros.

Para manter esta estrutura social injusta e perversa, os capitalistas elegem seus governos e parlamentos, mantêm suas forças policiais e disseminam a ideologia burguesa em todas as camadas da sociedade. As escolas e a mídia nos bombardeiam cotidianamente com mentiras que ajudam a manter as coisas como estão. E para proteger as suas instituições e valores, o capital conta ainda com o apoio das burocracias presentes no próprio movimento dos trabalhadores, como a CUT e a Força Sindical.

A tese de que é possível um “capitalismo mais humano”, defendida pelo governo Lula e seus aliados, vem se mostrando uma verdadeira farsa. Também no Brasil, quem está pagando o preço da crise criada pelo capital é a classe trabalhadora. Os patrões que demitiram um milhão de pessoas desde o início da crise são os mesmos que receberam de presente do governo Lula centenas de bilhões de reais no mesmo período.

Essa ofensiva capitalista em defesa da taxa de lucro é mundial. Há uma piora geral no nível de vida dos trabalhadores, desde os países centrais até a periferia do mundo. Crescem o desemprego, a miséria e a violência, os salários são rebaixados. Tudo que a duras custas a classe trabalhadora arrancou em termos de direitos e conquistas, o capital e seus governos buscam agora retirar. O capitalismo se mostra incapaz de resolver os problemas sociais mais básicos.

Por isso, há uma grande possibilidade de que venham a ocorrer importantes lutas dos trabalhadores em defesa do seu direito à vida digna, como temos visto em diversos países e regiões do mundo. Mas caso não haja uma organização voltada conscientemente à transformação revolucionária da sociedade, essas lutas se perdem, e tudo volta a ser como antes. Para não repetir os mesmos erros do passado, é necessário aprender com as grandes lutas já feitas pela classe trabalhadora ao longo da história.

Com esta compreensão, diversos teóricos comprometidos com as lutas sociais vêm estudando o real funcionamento do sistema capitalista e a possibilidade de transformação da sociedade pelas mãos dos próprios trabalhadores e trabalhadoras. Surgiu assim o marxismo, teoria que não apenas permitiu o entendimento de nossa complexa sociedade, mas serve como ferramenta essencial para orientar as lutas da classe trabalhadora, desde os embates mais básicos por salário até as grandes revoluções socialistas. As bases desta visão de mundo estarão em debate nesses dois dias de curso. Uma melhor compreensão da realidade é fundamental para quem deseja transformá-la.

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